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terça-feira, setembro 7
 
teste
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terça-feira, outubro 28
 
TRIBUTO SIMPLES
Jamais esquecerei o teu aconchego em tempos de austeridade emocional.
Pela vida fora me lembrarei do significado que tem a ternura dos teus dedos por entre os meus cabelos.
Quando as cãs abundarem a minha cabeça quero continuar a sentir os teus dedos já trémulos mas ainda ternos, ajudando a colocar paz no meu mundo interior.
 
TRANSFORMAÇÃO NECESSÁRIA
Eu não estive lá. Mas o profeta esteve. A pluralidade da vivência, cristã de sentido evangélico, permite-me discordar da voz do profeta, sem ter de o condenar. Mesmo não tendo estado presente partilho do ideal temático do encontro: “Juntos para transformar Portugal”.
O quotidiano em que o meu país está mergulhado torna urgente a transformação. Uma transformação pela qual só poderemos interceder e da qual só poderemos ser arautos. Nunca operadores. Porque quando falamos de milagres, de competências divinas falamos.
 
...E SILÊNCIOS INCOMPREENSÍVEIS.
A iniciativa da Aliança Evangélica Portuguesa de levar a efeito o Dia do Evangélico no pretérito dia 25, não teve eco na imprensa portuguesa, obsessivamente ocupada com os três ou quatro temas dos escândalo-pedófilo-violações do segredo de justiça.
Não estive lá, e também por isso, entre outras coisas, gostaria de ter sabido pela comunicação social do meu país, que foram cerca de 12 mil os cristãos evangélicos a reunirem-se no Pavilhão Atlântico. Gostaria que o meu país soubesse que os evangélicos se juntaram, e juntos, estão envolvidos pelo desejo de transformação da nossa terra.
Aparentemente a iniciativa não preencheu os requisitos mínimos do misterioso critério jornalístico que justificasse a cobertura do evento. Vá-se lá saber porquê...
Ouvi alguém referir que na semana anterior, o cantor pop da moda, Rubinho Guilherme (tradução livre), levou ao Atlântico cerca de oito mil seguidores, a quem se juntou um significativo rebanho de jornalistas para a maciça cobertura noticiosa.
Não creio que a simples contagem de cabeças, ou o factor “moda” sejam determinantes para a notoriedade da notícia.
Em matéria da igualdade de tratamento noticioso dos eventos, iniciativas e quotidiano religioso das várias crenças, fico com a impressão de que o 25 de Abril de 1974 ainda vem longe.
 
SILÊNCIOS INDESEJADOS...
O silêncio do maizumpomonte entristece-me...
quarta-feira, outubro 22
 
ALLEZ!!!
Em noite de O. Marselha - F.C. Porto, fui agraciado com uma excelente sopa de alho francês. Premonitório.
sábado, outubro 18
 
JORNALISTAS SEM-ABRIGO
Pensava eu já saber esgotadas todas as possibilidades do novo acontecer, que como diz o Pregador "não há nada de novo debaixo do sol...".
Pensava.
Até que vi o novo acontecer à frente dos meus olhos incrédulos:
Jornalistas esfomeados mendigam notícias nos contentores de lixo em frente ao Tribunal de Instrução Criminal em Lisboa.
Ou desminto o Pregador ou então chego à conclusão de que Portugal já não está sob a luz do astro-rei.
 
NOSTALGIAS II
O Post anterior, remete o meu pensamento para o lugar onde vivi durante quatro anos, e que não visito há três. Talvez num dia de nostalgias ainda mais cerradas me dedique a postar toda a saudade daquele lugar que ainda teima em acompanhar-me. Das pessoas que lá conheci e das boas e menos boas experiências.
Para recordar o lugar que permanecerá sempre entranhado nas profundezas do meu coração.
 
NOSTALGIAS I
Estive há dois dias com a minha amiga C. Quando me despedi dela não pude deixar de pensar em como estamos diferentes.
Que diferentes os motivos porque nos encontramos.
Que distante está o lugar onde nos conhecemos e onde cimentamos a nossa amizade.
Quão mudados estão os assuntos que dominam as nossas conversas.
Quão alterada a medida da nossa proximidade.
A nostalgia coloca-me todas as interrogações, todas as dúvidas, e remete-me para a certeza de que o passado tem coisas de que me orgulho.
Uma delas é a minha amiga C.
 
CAMINHADA
Procedo ao exercício da tentativa de encontrar outras elevações, subir planaltos, fazer escaladas, caminhar, sei lá se à procura de destino, se à procura de lugar para o desempenhar. Mas acima de tudo caminhar. Porque este acto obriga a agir, a olhar em frente, a ter a percepção das várias mudanças de horizontes com que se é confrontado, a conhecer esse caminho, e conhecendo-o conhecer-se e reconhecer-se.
É vão o esforço quando piso firmemente o chão do caminhar, certo da solidez que ele me inspira, e num segundo me despenho para a circunstância de ter como horizonte a aridez, a pobreza de espírito, a poeira seca da insensatez, da falta de carácter, da imoralidade.
O remanescente que geralmente é conotado com a menor qualidade, torna-se, nestas circunstâncias, no vital para continuar a caminhada: o Sopro Divino que me levanta, mostra-me de novo o caminho, faz-me crer mais uma vez na possibilidade do milagre. Novamente o milagre das Bodas de Canaã, em que o Filho de Deus transforma a água abundante no vinho que faltava, acontece. E aí também o remanescente ganhou em qualidade.
quinta-feira, outubro 9
 
MAIS ALTERNÂNCIAS
E não acham que estou a ficar demasiado politico? Demasiado chato? Demasiado estéril de ideias? Aguardem, a alternância também por aqui se fará...
Assim espero!
 
QUEM?
E alguém se lembra de que ontem só se falava de Martins da Cruz? A cultura do efémero em acção.
 
ALTERNÂNCIAS AINDA
Hoje, quem inadvertidamente ligasse o aparelho receptor de televisão, pensaria que, constatado o fulgor e a euforia nas hostes socialistas, tinha havido eleições, e que estas teriam sido ganhas pelos rosas. Puro engano: Estamos em maré socialista, a alternância está portanto em movimento.
 
ALTERNÂNCIAS
Tenho observado que a alternância democrática que caracteriza politicamente o nosso país está a estender-se a outras esferas de poder. Depois de judicialmente o PS ter levado no corpo durante semanas a fio, o PSD tem tido tempos terríveis, por enquanto, só no que respeita a escândalos mediáticos. Isto é: a desaire socialista, sucede-se invariávelmente escândalo laranjo-centrista.
terça-feira, outubro 7
 
E QUE FUTURO...
Vejo o Secretário-Geral do PS discorrer entusiasticamente sobre os últimos fracassos ministeriais, sobre a inoperância governamental, porque afinal o ministro tal tinha culpas, e o outro não tem honra, e que se calhar há mais ministros que já a perderam há muito tempo.
Por um instante alheio-me da aridez palavrosa, e fixo a minha atenção no slogan colocado por trás da silhueta gesticulante: "PS - Ideias de Futuro".
Pois!
segunda-feira, outubro 6
 
FÉ NO DOM DE DEUS
Acabo de ouvir no Prós e Contras da RTP 1: "Sou cristão-agnóstico, até porque a Salvação não exige crença mas antes virtudes e boas obras".
Invade-me a interrogação: De que raíz doutrinária cristã foi retirada tal conclusão?
Que convicções ou falta delas, que convicção na falta de convicções, pode-nos permitir ser e não ser ao mesmo tempo, acreditar e desacreditar, ou antes acreditar porque não se acredita? E ainda acreditar por meio do que é manifestamente insuficiente?
Penso com tristeza que o grande Valor da Obra de Cristo é aqui ferido, atirado para plano secundário, substituído pelas acções humanas, que sejam elas virtuosas ou não, não conduzem à salvação.
Acredito nas virtudes e boas obras como consequência da Obra Salvífica que Cristo opera em cada ser humano que se predispõe a aceitá-lo como Redentor. E não sendo assim, não poderemos intitularmos de cristãos ou cristãos-agnósticos (seja lá o que isso for...)
"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.
Não vem das obras, para que ninguém se glorie;" Efésios 2:8,9.

Desculpem-me o desabafo, mas estas são as minhas convicções.
 
PORQUE ACREDITO NA PROTECÇÃO DIVINA
Depois de um dia de trabalho, já de regresso, estrada fora, absorto em pensamentos irrelevantes, o pior que nos pode acontecer é termos um furo (não o jornalístico, entenda-se). O melhor que nos pode acontecer depois disso é olhar em volta e descobrir a trinta metros uma casa de reparação e troca de pneus.
O melhor que me pôde acontecer foi verificar, depois de retirado o pneu, a cratera existente e pensar que Deus não permitiu que isto me acontecesse noutras circunstâncias, nomeadamente a uma velocidade mais elevada. Apetece depois disso elevar os olhos aos céus e qual Marcos Witt entoar: "Gracías, Gracías Señor Jesus..."
quinta-feira, outubro 2
 
FILHO DO DRAGÃO.
Enquanto os anti-portistas rejubilam com um dos poucos desaires da época da equipa dos seus desamores, eu reflicto se não terei eu também sido alvo da falta de inspiração que o colectivo das Antas demonstrou em momentos fundamentais do jogo desta noite.
É que, olho para o monitor e não consigo escrever. Percorro os blogs galácticos e só vejo Figos, Ronaldos, Zidanes, Robertos Carlos, Raúis (a ordem é aleatória e patriótica).
Ainda assim não me importava nada fazer parte do FCP dos Blogs. Nem que fosse para ficar no banco, entrar a 15 minutos do fim e marcar de vez em quando um golito.
 
REPÚBLICA DOS MARRETAS
Há marretadas e marretadas. As que têm sido dadas acerca dos rituais sombrios das praxes académicas, são certeiras.
Não vivi o fenómeno por dentro, mas à distância, todas estas "tradições" enojam-me. Sobretudo quando põem em causa a identidade e a dignidade de cada pessoa envolvida. Também me repugnam a passividade e o voluntarismo com que as vítimas encaram todas as situações que lhes são propostas e/ou impostas por "autoridades" inchadas de soberbos autoritarismos. Falta de identidade? Talvez...mas não só.
sábado, setembro 27
 
JUSTO, JUSTINO.
Gostei de ver o Ministro da Educação em debate no EXPRESSO DA MEIA-NOITE, na SIC-Notícias.
Se fosse outro, exigiria uma entrevista, nunca correndo o risco de se confrontar com o seu antecessor. Concorde-se ou não com as suas posições, esta foi uma daquelas felizes atitudes, politicamente incorrectas.
 
ALARIDOS INÚTEIS
Estou mesmo a ver o dia em que as primeiras páginas dos jornais vão relatar que, afinal, o "helicóptero" também serviu para as deslocações dos implicados no Casa Pia Gate.
quinta-feira, setembro 25
 
"NÃO SOU DIGNO..."
Senti hoje como nunca os efeitos das palavras de um profeta. Cerca de cinquenta visitas ao meu blog num só dia, é record que nunca esperei atingir. Afinal estava certo quanto aos motivos que me levaram a bloggar.
Disse num post atrasado que "nunca quererei ter um blog brilhante, daqueles cujos dizeres nunca nos deixam indiferentes.
Não quero perder o prazer de receber estímulos a que nunca chegaria por mim próprio.
Quero apenas o meu canto, para o encher de banalidades que acentuem o brilho dos outros".

Hoje pude perceber um pouco da dimensão do brilho da Voz do Deserto.
Em tempos o Profeta disse do Messias: " ...não sou digno de desatar-lhe as correias das sandálias."
Neste sentido, hoje, senti-me também eu um profeta.
quarta-feira, setembro 24
 
SALMO DE DAVID
O David comentou o meu post Compromissos. Pela forma como o fez, e embora não o conhecendo, arriscaria dizer que é alguém fortemente imbuido de verdadeiro compromisso cristão.
segunda-feira, setembro 22
 
MARCAS II
Começou recentemente mais um ano lectivo nas escolas portuguesas.
Eu que já, há longo tempo (mais de uma década), terminei a minha vida escolar, lembrei-me do melhor dos meus anos.
Foi o 11º Ano numa escola secundária de Loures.
Recordo-me dos meus colegas, pelo menos os que me eram mais próximos. Com excepção de uma festa em meados do ano seguinte (eu já estava noutra escola), nunca mais os vi.
Tenho pena. Gostava de voltar a encontrar o Pedro, sportinguista e “crânio” da turma; o Gama, cujo humor era de ir às lágrimas; o Paulo, que era apaixonado por aviões; o Jorge que não era tão próximo, mas era fixe. E as meninas? A Carla, delegada de turma, e a Isabel. Estas duas sentavam-se à minha frente (nessas idades olhamos pouco à nossa volta). Havia também a Anabela, com quem gostava muito de conversar, a Fernanda que adorava Trovante. Há mais, mas não consigo recordar-me dos nomes...Depois havia os profs: O de Filosofia a quem chamávamos carinhosamente “Copérnico”; a de História, que teve o “desplante" de me mandar pela primeira e única vez na vida para a rua, devidamente acompanhado pelo Pedro. Era já o fim do ano, nem falta tivemos…e na aula seguinte ela parecia-me sinceramente arrependida. À prof. de Português devo-lhe a admiração pela música de Fausto. Foi ela que mo deu a conhecer. Tínhamos também uma polémica professora soviética, o que em tempos de Perestroika, animava o ambiente…
Sei que aterrei de “pára-quedas” naquela escola, naquela turma, vindo do território “hostil” do norte. Recordo-me de ter passado a primeira hora, referente à primeira aula do ano, sozinho. O intervalo foi “apoteótico”. Todos me queriam conhecer e, por isso, vinham ter comigo. Nunca mais fiquei só.
Lembro-me de muitas vezes brincarem comigo, perguntando-me pelo Metro do Porto (isto em 1988).
A minha vivência escolar no sul do país foi incomparavelmente melhor do que no norte. Agradeço isso aos meus colegas de Loures e Mafra.
Os anos passaram rapidamente, mas o reconhecimento ficou para sempre guardado no meu coração, à espera de um dia ser entregue.
Hoje, pude torná-lo mais visível.
Obrigado Blog.
 
MARCAS I
Existem experiências pelas quais passámos, que nos marcam para toda a vida. A frase é banal. O raciocínio é partilhado pelo comum mortal onde quer que se encontre.
Coisa diferente é viver na pele essas experiências.
Ou observar outros a viverem-nas.
O mais certo é ficarmos também tocados por aquilo com que outros são marcados.
Marcados pelas circunstâncias, pelos desencontros, pelas coincidências, pela amargura, pela incompreensão, pela inveja, pelo sentimento de superioridade moral, que se associa facilmente à “esperteza saloia”.
Mas também pelos afectos, pela amizade, pelo partilhar, pelo entendimento, pelo companheirismo, pelo perdão, pelo sacrifício em prol de, pela compreensão, pelo amor ao próximo.
Como eu gostaria de retirar, invariavelmente, proveitos de todas as marcas com que sou assinalado.
Como gostaria de marcar os que me cercam com assinaláveis e enriquecedoras experiências.
domingo, setembro 21
 
COMPROMISSOS
O maizumpomonte fala certo sobre o "compromisso" do Fernando Santos. Deixem-me acrescentar apenas uma opinião:
Até que ponto se poderá chamar de "compromisso com Cristo" o facto de se trazer um crucifixo no bolso?
É com atitudes destas, (aliadas à sua divulgação por jornalistas que procuram os detalhes mais folclóricos, mas nada esclarecedores), que a crendice, o misticismo e o "endeusamento" de objectos ou pessoas, ganham terreno. Acho que temos à vista o resultado de sermos um país apegado a estas coisas.
Acredito em compromissos com Cristo, que se refletem não em atitudes iconográficas ou ritualizantes, mas em vivência prática de um relacionamento pessoal com o Salvador. Que se reflete notoriamente no relacionamento com o nosso próximo. A mensagem cristã está centrada nisso: "Novo mandamento vos dou:que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns pelos outros." João 13:34 e 35 . Aqui encontro eu o maior compromisso que nos é solicitado por Cristo.
Apesar de tudo, acredito e respeito a sinceridade de Fernando Santos. Mas não posso deixar de discordar.
 
"VAIDADE DAS VAIDADES, TUDO É VAIDADE."
Subitamente, descubro que estou nos links de dois blogs...Acho que não devo agradecer ao Sublinhar e ao maizumpomonte.Não por má educação, mas porque penso que isso não se agradece. Apenas digo que fiquei contente. Qual criança que se vê citada em público. Depois geraram-se dois estados de espírito: Primeiro o "Ó pra mim aqui...!!!". Seguiu-se, quando a excitação acalmou, a timidez própria de quem pisa terrenos alheios pela primeira vez.
domingo, setembro 14
 
DESCONFORTO
Estou saturado das palavras dos homens. Cansam-me. Tenho sede de atitude. Preocupam-me a mesquinhes das lutas por causas pelas quais não vale a pena pelejar, e a ligeireza com que são encaradas questões e situações de primeira grandeza.
Tenho aversão à sede dos pequenos protagonismos, que distraem as atenções daquilo que deveria ser merecedor do primeiro plano.
Envergonho-me de pensar no ridiculo que é fazermos disso o nosso dia-a-dia, quão vazia se torna a nossa existência.
Apenas uma opinião, ou mais do que isso, um sentimento.
Tenho sede de atitude, porque ela gera grandeza de carácter, profundidade na paixão, contagia, filtra impurezas, e coloca coerência no quotidiano.
quinta-feira, setembro 11
 
SETEMBRO, 11
Senti um arrepio ao postar o meu último texto. Olhei para cima do título e vi: Quinta-Feira, Setembro 11. Nunca me tinha sentido tão "intimo" de uma data. Pelos piores motivos.
 
FAZ-ME BEM A MIM...
Nem pelo que referi no post anterior, tenho deixado de visitar os blogs da minha preferência. Tenho os dos afectos e os da admiração intelectual. Existem os que por vezes prespassam as duas categorias.
Hoje quero falar de um pelo qual nutro admiração intelectual: Voz do Deserto. Foi este blog que me levou à redescoberta da minha amiga Sara. Por outro lado considero o seu autor meu irmão na Fé, ainda que não o conheça. São coisas unicamente "possíveis aos que crêem" (perdoem-me a vaidade). Mas isso não bastaria para me tornar seu leitor assíduo. Há admiração, concordância em muitos aspectos. Gosto da forma como é abordada a vivência cristã, o relacionamento com o "mundo". Foge ao vocabulário típico, ao encadeamento de ideias próprio de um meio que eu considero um pouco fechado na sua concha. Sobe. Sobe um degrau, suficiente para chegar ao topo do muro que separa os dois lados, e nos permite ver ou partilhar com mais clareza os pontos de vista por vezes divergentes, o que gera compreensão e respeito.
E depois temos o lado artistico. O homem canta! A música " Faz-me bem a mim, e mal ao Demónio" tem algo que caracteriza os hits do nosso verão. O refrão fica no ouvido. Experimentem ouvir...

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terça-feira, outubro 28
 
TRIBUTO SIMPLES
Jamais esquecerei o teu aconchego em tempos de austeridade emocional.
Pela vida fora me lembrarei do significado que tem a ternura dos teus dedos por entre os meus cabelos.
Quando as cãs abundarem a minha cabeça quero continuar a sentir os teus dedos já trémulos mas ainda ternos, ajudando a colocar paz no meu mundo interior.
 
TRANSFORMAÇÃO NECESSÁRIA
Eu não estive lá. Mas o profeta esteve. A pluralidade da vivência, cristã de sentido evangélico, permite-me discordar da voz do profeta, sem ter de o condenar. Mesmo não tendo estado presente partilho do ideal temático do encontro: “Juntos para transformar Portugal”.
O quotidiano em que o meu país está mergulhado torna urgente a transformação. Uma transformação pela qual só poderemos interceder e da qual só poderemos ser arautos. Nunca operadores. Porque quando falamos de milagres, de competências divinas falamos.
 
...E SILÊNCIOS INCOMPREENSÍVEIS.
A iniciativa da Aliança Evangélica Portuguesa de levar a efeito o Dia do Evangélico no pretérito dia 25, não teve eco na imprensa portuguesa, obsessivamente ocupada com os três ou quatro temas dos escândalo-pedófilo-violações do segredo de justiça.
Não estive lá, e também por isso, entre outras coisas, gostaria de ter sabido pela comunicação social do meu país, que foram cerca de 12 mil os cristãos evangélicos a reunirem-se no Pavilhão Atlântico. Gostaria que o meu país soubesse que os evangélicos se juntaram, e juntos, estão envolvidos pelo desejo de transformação da nossa terra.
Aparentemente a iniciativa não preencheu os requisitos mínimos do misterioso critério jornalístico que justificasse a cobertura do evento. Vá-se lá saber porquê...
Ouvi alguém referir que na semana anterior, o cantor pop da moda, Rubinho Guilherme (tradução livre), levou ao Atlântico cerca de oito mil seguidores, a quem se juntou um significativo rebanho de jornalistas para a maciça cobertura noticiosa.
Não creio que a simples contagem de cabeças, ou o factor “moda” sejam determinantes para a notoriedade da notícia.
Em matéria da igualdade de tratamento noticioso dos eventos, iniciativas e quotidiano religioso das várias crenças, fico com a impressão de que o 25 de Abril de 1974 ainda vem longe.
 
SILÊNCIOS INDESEJADOS...
O silêncio do maizumpomonte entristece-me...
quarta-feira, outubro 22
 
ALLEZ!!!
Em noite de O. Marselha - F.C. Porto, fui agraciado com uma excelente sopa de alho francês. Premonitório.
sábado, outubro 18
 
JORNALISTAS SEM-ABRIGO
Pensava eu já saber esgotadas todas as possibilidades do novo acontecer, que como diz o Pregador "não há nada de novo debaixo do sol...".
Pensava.
Até que vi o novo acontecer à frente dos meus olhos incrédulos:
Jornalistas esfomeados mendigam notícias nos contentores de lixo em frente ao Tribunal de Instrução Criminal em Lisboa.
Ou desminto o Pregador ou então chego à conclusão de que Portugal já não está sob a luz do astro-rei.
 
NOSTALGIAS II
O Post anterior, remete o meu pensamento para o lugar onde vivi durante quatro anos, e que não visito há três. Talvez num dia de nostalgias ainda mais cerradas me dedique a postar toda a saudade daquele lugar que ainda teima em acompanhar-me. Das pessoas que lá conheci e das boas e menos boas experiências.
Para recordar o lugar que permanecerá sempre entranhado nas profundezas do meu coração.
 
NOSTALGIAS I
Estive há dois dias com a minha amiga C. Quando me despedi dela não pude deixar de pensar em como estamos diferentes.
Que diferentes os motivos porque nos encontramos.
Que distante está o lugar onde nos conhecemos e onde cimentamos a nossa amizade.
Quão mudados estão os assuntos que dominam as nossas conversas.
Quão alterada a medida da nossa proximidade.
A nostalgia coloca-me todas as interrogações, todas as dúvidas, e remete-me para a certeza de que o passado tem coisas de que me orgulho.
Uma delas é a minha amiga C.
 
CAMINHADA
Procedo ao exercício da tentativa de encontrar outras elevações, subir planaltos, fazer escaladas, caminhar, sei lá se à procura de destino, se à procura de lugar para o desempenhar. Mas acima de tudo caminhar. Porque este acto obriga a agir, a olhar em frente, a ter a percepção das várias mudanças de horizontes com que se é confrontado, a conhecer esse caminho, e conhecendo-o conhecer-se e reconhecer-se.
É vão o esforço quando piso firmemente o chão do caminhar, certo da solidez que ele me inspira, e num segundo me despenho para a circunstância de ter como horizonte a aridez, a pobreza de espírito, a poeira seca da insensatez, da falta de carácter, da imoralidade.
O remanescente que geralmente é conotado com a menor qualidade, torna-se, nestas circunstâncias, no vital para continuar a caminhada: o Sopro Divino que me levanta, mostra-me de novo o caminho, faz-me crer mais uma vez na possibilidade do milagre. Novamente o milagre das Bodas de Canaã, em que o Filho de Deus transforma a água abundante no vinho que faltava, acontece. E aí também o remanescente ganhou em qualidade.
quinta-feira, outubro 9
 
MAIS ALTERNÂNCIAS
E não acham que estou a ficar demasiado politico? Demasiado chato? Demasiado estéril de ideias? Aguardem, a alternância também por aqui se fará...
Assim espero!
 
QUEM?
E alguém se lembra de que ontem só se falava de Martins da Cruz? A cultura do efémero em acção.
 
ALTERNÂNCIAS AINDA
Hoje, quem inadvertidamente ligasse o aparelho receptor de televisão, pensaria que, constatado o fulgor e a euforia nas hostes socialistas, tinha havido eleições, e que estas teriam sido ganhas pelos rosas. Puro engano: Estamos em maré socialista, a alternância está portanto em movimento.
 
ALTERNÂNCIAS
Tenho observado que a alternância democrática que caracteriza politicamente o nosso país está a estender-se a outras esferas de poder. Depois de judicialmente o PS ter levado no corpo durante semanas a fio, o PSD tem tido tempos terríveis, por enquanto, só no que respeita a escândalos mediáticos. Isto é: a desaire socialista, sucede-se invariávelmente escândalo laranjo-centrista.
terça-feira, outubro 7
 
E QUE FUTURO...
Vejo o Secretário-Geral do PS discorrer entusiasticamente sobre os últimos fracassos ministeriais, sobre a inoperância governamental, porque afinal o ministro tal tinha culpas, e o outro não tem honra, e que se calhar há mais ministros que já a perderam há muito tempo.
Por um instante alheio-me da aridez palavrosa, e fixo a minha atenção no slogan colocado por trás da silhueta gesticulante: "PS - Ideias de Futuro".
Pois!
segunda-feira, outubro 6
 
FÉ NO DOM DE DEUS
Acabo de ouvir no Prós e Contras da RTP 1: "Sou cristão-agnóstico, até porque a Salvação não exige crença mas antes virtudes e boas obras".
Invade-me a interrogação: De que raíz doutrinária cristã foi retirada tal conclusão?
Que convicções ou falta delas, que convicção na falta de convicções, pode-nos permitir ser e não ser ao mesmo tempo, acreditar e desacreditar, ou antes acreditar porque não se acredita? E ainda acreditar por meio do que é manifestamente insuficiente?
Penso com tristeza que o grande Valor da Obra de Cristo é aqui ferido, atirado para plano secundário, substituído pelas acções humanas, que sejam elas virtuosas ou não, não conduzem à salvação.
Acredito nas virtudes e boas obras como consequência da Obra Salvífica que Cristo opera em cada ser humano que se predispõe a aceitá-lo como Redentor. E não sendo assim, não poderemos intitularmos de cristãos ou cristãos-agnósticos (seja lá o que isso for...)
"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.
Não vem das obras, para que ninguém se glorie;" Efésios 2:8,9.

Desculpem-me o desabafo, mas estas são as minhas convicções.
 
PORQUE ACREDITO NA PROTECÇÃO DIVINA
Depois de um dia de trabalho, já de regresso, estrada fora, absorto em pensamentos irrelevantes, o pior que nos pode acontecer é termos um furo (não o jornalístico, entenda-se). O melhor que nos pode acontecer depois disso é olhar em volta e descobrir a trinta metros uma casa de reparação e troca de pneus.
O melhor que me pôde acontecer foi verificar, depois de retirado o pneu, a cratera existente e pensar que Deus não permitiu que isto me acontecesse noutras circunstâncias, nomeadamente a uma velocidade mais elevada. Apetece depois disso elevar os olhos aos céus e qual Marcos Witt entoar: "Gracías, Gracías Señor Jesus..."
quinta-feira, outubro 2
 
FILHO DO DRAGÃO.
Enquanto os anti-portistas rejubilam com um dos poucos desaires da época da equipa dos seus desamores, eu reflicto se não terei eu também sido alvo da falta de inspiração que o colectivo das Antas demonstrou em momentos fundamentais do jogo desta noite.
É que, olho para o monitor e não consigo escrever. Percorro os blogs galácticos e só vejo Figos, Ronaldos, Zidanes, Robertos Carlos, Raúis (a ordem é aleatória e patriótica).
Ainda assim não me importava nada fazer parte do FCP dos Blogs. Nem que fosse para ficar no banco, entrar a 15 minutos do fim e marcar de vez em quando um golito.
 
REPÚBLICA DOS MARRETAS
Há marretadas e marretadas. As que têm sido dadas acerca dos rituais sombrios das praxes académicas, são certeiras.
Não vivi o fenómeno por dentro, mas à distância, todas estas "tradições" enojam-me. Sobretudo quando põem em causa a identidade e a dignidade de cada pessoa envolvida. Também me repugnam a passividade e o voluntarismo com que as vítimas encaram todas as situações que lhes são propostas e/ou impostas por "autoridades" inchadas de soberbos autoritarismos. Falta de identidade? Talvez...mas não só.
sábado, setembro 27
 
JUSTO, JUSTINO.
Gostei de ver o Ministro da Educação em debate no EXPRESSO DA MEIA-NOITE, na SIC-Notícias.
Se fosse outro, exigiria uma entrevista, nunca correndo o risco de se confrontar com o seu antecessor. Concorde-se ou não com as suas posições, esta foi uma daquelas felizes atitudes, politicamente incorrectas.
 
ALARIDOS INÚTEIS
Estou mesmo a ver o dia em que as primeiras páginas dos jornais vão relatar que, afinal, o "helicóptero" também serviu para as deslocações dos implicados no Casa Pia Gate.
quinta-feira, setembro 25
 
"NÃO SOU DIGNO..."
Senti hoje como nunca os efeitos das palavras de um profeta. Cerca de cinquenta visitas ao meu blog num só dia, é record que nunca esperei atingir. Afinal estava certo quanto aos motivos que me levaram a bloggar.
Disse num post atrasado que "nunca quererei ter um blog brilhante, daqueles cujos dizeres nunca nos deixam indiferentes.
Não quero perder o prazer de receber estímulos a que nunca chegaria por mim próprio.
Quero apenas o meu canto, para o encher de banalidades que acentuem o brilho dos outros".

Hoje pude perceber um pouco da dimensão do brilho da Voz do Deserto.
Em tempos o Profeta disse do Messias: " ...não sou digno de desatar-lhe as correias das sandálias."
Neste sentido, hoje, senti-me também eu um profeta.
quarta-feira, setembro 24
 
SALMO DE DAVID
O David comentou o meu post Compromissos. Pela forma como o fez, e embora não o conhecendo, arriscaria dizer que é alguém fortemente imbuido de verdadeiro compromisso cristão.
segunda-feira, setembro 22
 
MARCAS II
Começou recentemente mais um ano lectivo nas escolas portuguesas.
Eu que já, há longo tempo (mais de uma década), terminei a minha vida escolar, lembrei-me do melhor dos meus anos.
Foi o 11º Ano numa escola secundária de Loures.
Recordo-me dos meus colegas, pelo menos os que me eram mais próximos. Com excepção de uma festa em meados do ano seguinte (eu já estava noutra escola), nunca mais os vi.
Tenho pena. Gostava de voltar a encontrar o Pedro, sportinguista e “crânio” da turma; o Gama, cujo humor era de ir às lágrimas; o Paulo, que era apaixonado por aviões; o Jorge que não era tão próximo, mas era fixe. E as meninas? A Carla, delegada de turma, e a Isabel. Estas duas sentavam-se à minha frente (nessas idades olhamos pouco à nossa volta). Havia também a Anabela, com quem gostava muito de conversar, a Fernanda que adorava Trovante. Há mais, mas não consigo recordar-me dos nomes...Depois havia os profs: O de Filosofia a quem chamávamos carinhosamente “Copérnico”; a de História, que teve o “desplante" de me mandar pela primeira e única vez na vida para a rua, devidamente acompanhado pelo Pedro. Era já o fim do ano, nem falta tivemos…e na aula seguinte ela parecia-me sinceramente arrependida. À prof. de Português devo-lhe a admiração pela música de Fausto. Foi ela que mo deu a conhecer. Tínhamos também uma polémica professora soviética, o que em tempos de Perestroika, animava o ambiente…
Sei que aterrei de “pára-quedas” naquela escola, naquela turma, vindo do território “hostil” do norte. Recordo-me de ter passado a primeira hora, referente à primeira aula do ano, sozinho. O intervalo foi “apoteótico”. Todos me queriam conhecer e, por isso, vinham ter comigo. Nunca mais fiquei só.
Lembro-me de muitas vezes brincarem comigo, perguntando-me pelo Metro do Porto (isto em 1988).
A minha vivência escolar no sul do país foi incomparavelmente melhor do que no norte. Agradeço isso aos meus colegas de Loures e Mafra.
Os anos passaram rapidamente, mas o reconhecimento ficou para sempre guardado no meu coração, à espera de um dia ser entregue.
Hoje, pude torná-lo mais visível.
Obrigado Blog.
 
MARCAS I
Existem experiências pelas quais passámos, que nos marcam para toda a vida. A frase é banal. O raciocínio é partilhado pelo comum mortal onde quer que se encontre.
Coisa diferente é viver na pele essas experiências.
Ou observar outros a viverem-nas.
O mais certo é ficarmos também tocados por aquilo com que outros são marcados.
Marcados pelas circunstâncias, pelos desencontros, pelas coincidências, pela amargura, pela incompreensão, pela inveja, pelo sentimento de superioridade moral, que se associa facilmente à “esperteza saloia”.
Mas também pelos afectos, pela amizade, pelo partilhar, pelo entendimento, pelo companheirismo, pelo perdão, pelo sacrifício em prol de, pela compreensão, pelo amor ao próximo.
Como eu gostaria de retirar, invariavelmente, proveitos de todas as marcas com que sou assinalado.
Como gostaria de marcar os que me cercam com assinaláveis e enriquecedoras experiências.
domingo, setembro 21
 
COMPROMISSOS
O maizumpomonte fala certo sobre o "compromisso" do Fernando Santos. Deixem-me acrescentar apenas uma opinião:
Até que ponto se poderá chamar de "compromisso com Cristo" o facto de se trazer um crucifixo no bolso?
É com atitudes destas, (aliadas à sua divulgação por jornalistas que procuram os detalhes mais folclóricos, mas nada esclarecedores), que a crendice, o misticismo e o "endeusamento" de objectos ou pessoas, ganham terreno. Acho que temos à vista o resultado de sermos um país apegado a estas coisas.
Acredito em compromissos com Cristo, que se refletem não em atitudes iconográficas ou ritualizantes, mas em vivência prática de um relacionamento pessoal com o Salvador. Que se reflete notoriamente no relacionamento com o nosso próximo. A mensagem cristã está centrada nisso: "Novo mandamento vos dou:que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns pelos outros." João 13:34 e 35 . Aqui encontro eu o maior compromisso que nos é solicitado por Cristo.
Apesar de tudo, acredito e respeito a sinceridade de Fernando Santos. Mas não posso deixar de discordar.
 
"VAIDADE DAS VAIDADES, TUDO É VAIDADE."
Subitamente, descubro que estou nos links de dois blogs...Acho que não devo agradecer ao Sublinhar e ao maizumpomonte.Não por má educação, mas porque penso que isso não se agradece. Apenas digo que fiquei contente. Qual criança que se vê citada em público. Depois geraram-se dois estados de espírito: Primeiro o "Ó pra mim aqui...!!!". Seguiu-se, quando a excitação acalmou, a timidez própria de quem pisa terrenos alheios pela primeira vez.
domingo, setembro 14
 
DESCONFORTO
Estou saturado das palavras dos homens. Cansam-me. Tenho sede de atitude. Preocupam-me a mesquinhes das lutas por causas pelas quais não vale a pena pelejar, e a ligeireza com que são encaradas questões e situações de primeira grandeza.
Tenho aversão à sede dos pequenos protagonismos, que distraem as atenções daquilo que deveria ser merecedor do primeiro plano.
Envergonho-me de pensar no ridiculo que é fazermos disso o nosso dia-a-dia, quão vazia se torna a nossa existência.
Apenas uma opinião, ou mais do que isso, um sentimento.
Tenho sede de atitude, porque ela gera grandeza de carácter, profundidade na paixão, contagia, filtra impurezas, e coloca coerência no quotidiano.
quinta-feira, setembro 11
 
SETEMBRO, 11
Senti um arrepio ao postar o meu último texto. Olhei para cima do título e vi: Quinta-Feira, Setembro 11. Nunca me tinha sentido tão "intimo" de uma data. Pelos piores motivos.
 
FAZ-ME BEM A MIM...
Nem pelo que referi no post anterior, tenho deixado de visitar os blogs da minha preferência. Tenho os dos afectos e os da admiração intelectual. Existem os que por vezes prespassam as duas categorias.
Hoje quero falar de um pelo qual nutro admiração intelectual: Voz do Deserto. Foi este blog que me levou à redescoberta da minha amiga Sara. Por outro lado considero o seu autor meu irmão na Fé, ainda que não o conheça. São coisas unicamente "possíveis aos que crêem" (perdoem-me a vaidade). Mas isso não bastaria para me tornar seu leitor assíduo. Há admiração, concordância em muitos aspectos. Gosto da forma como é abordada a vivência cristã, o relacionamento com o "mundo". Foge ao vocabulário típico, ao encadeamento de ideias próprio de um meio que eu considero um pouco fechado na sua concha. Sobe. Sobe um degrau, suficiente para chegar ao topo do muro que separa os dois lados, e nos permite ver ou partilhar com mais clareza os pontos de vista por vezes divergentes, o que gera compreensão e respeito.
E depois temos o lado artistico. O homem canta! A música " Faz-me bem a mim, e mal ao Demónio" tem algo que caracteriza os hits do nosso verão. O refrão fica no ouvido. Experimentem ouvir...

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